Escala de Coma de Glasgow com resposta pupilar (ECG-P)
Abertura ocular, resposta verbal e motora, com a reatividade pupilar subtraída do total (ECG-P, 1 a 15).
Beira-leito
Toque, marque e o resultado sai na hora, com a interpretação e o texto pronto para o registro.
Abertura ocular, resposta verbal e motora, com a reatividade pupilar subtraída do total (ECG-P, 1 a 15).
Olhos, motor, tronco encefálico e respiração, 0 a 16. Funciona no paciente intubado.
15 itens, 0 a 42. Gravidade do déficit no AVC e acompanhamento da evolução.
Escore motor dos 10 músculos-chave (0 a 100) e classificação AIS A–E pelo algoritmo da ISNCSCI.
De +4 (combativo) a −5 (não desperta). Base do alvo de sedação na UTI.
Graduação 0 a 5 do Medical Research Council em 6 grupos musculares de cada lado: escore-soma de 0 a 60.
Grau clínico I a V da HSA aneurismática.
Grau I a V a partir da ECG e da presença de déficit motor.
Grau tomográfico da HSA e risco de vasoespasmo. Escolha a versão: original (1 a 4) ou modificada (0 a 4).
Escore 0 a 6 da hemorragia intracerebral, com cálculo do volume pelo método ABC/2.
Incapacidade funcional de 0 a 6. Desfecho padrão após AVC.
PAM a partir de PAS e PAD (ou direta) e PPC = PAM − PIC, com os referenciais do TCE grave.
2 × Na + glicose ÷ 18 + ureia ÷ 6. Com a osmolalidade medida, mostra o gap osmolar.
Seis subescalas, 6 a 23 pontos. Quanto menor, maior o risco.
Seis itens, 0 a 125. Classifica o risco de queda em baixo, médio ou alto.
Converte mcg/kg/min, mcg/min, mg/h, mg/kg/h, UI/h ou UI/kg/h em mL/h e confere a dose que está correndo.
Volume e tempo em mL/h, gotas/min (macrogotas) e microgotas/min.
Quanto aspirar: dose prescrita × volume da apresentação ÷ quantidade disponível, com conversão de g, mg e mcg.
Aumente a concentração de um soro com ampola concentrada (ex.: SF 0,9% → 3%, SG 5% → 7,5%) ou dilua pela fórmula C1 × V1 = C2 × V2.
L, mL, µL · kg, g, mg, mcg, ng · % (m/v), mg/mL, g/L e mcg/mL.
Nenhuma escala com esse nome. Tente a sigla ou o tema.